A maroon in Mato Grosso, Brazil: making an afrocentric approach at an afrodiasporic context
DOI:
https://doi.org/10.55695/rdahayl15.02.04Keywords:
maroon archaeology, african diaspora, multivocalityAbstract
This paper describes some results about the archaeological research that I have been doing in the past ten years at the maroon community of Vila Bela da Santíssima Trindade, a village located in Mato Grosso, Brazil. I raised some crucial concerns in maroon archaeology, specifically those related to collaborative and multivocal field methodologies that can address more visibility to Afro-diaspora people and their cosmologies.
Downloads
References
Ab´saber, A. N. (1967). Domínios morfoclimáticos e províncias fitogeográficas do Brasil. Orientação, 3, 45-48.
Andrade, M. C. (2001). Geopolítica do Brasil. Papirus.
Bandeira, M. L. (1988). Território Negro em espaço branco: estudo antropológico de Vila Bela. Editora Brasiliense.
Bhabha, H. K. (2005). O Local da cultura. Editora Universidade Federal de Minas Gerais.
Bonciani, R. F. (2011). Diáspora e Colonização. Dossiê II Seminário Sankofa. Sankofa. Revista de História e de Estudos da Diáspora Africana, 4(8), 21-28.
Bourdieu, P. (1989) O Poder simbólico (Fernando Tomaz, Trad.). Difel.
Cameron, C. M. y Tomka, S. (Eds.) (1996). Abandonment of settlements and regions: ethnoarchaeological and archaeological approaches. Cambridge University Press.
Carvalho, P. M. (2012). A travessia atlântica de árvores sagradas: estudos de paisagem e arqueologia em área de remanescente de quilombo em Vila Bela/MT (e sua interface com a religiosidade afro-brasileira). Disertación, Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo.
Chaves, O. R. (2000). Escravidão, fronteira e liberdade: resistência escrava em Mato Grosso, 1752- 1850. [Disertación de Maestría, Universidade Federal da Bahia].
Cicalo, A. (2012). Urban Encounters: Affirmative Actions and Black Identities in Brazil. Palgrave MacMillan.
Colwell-Chanthaphonh, C. (2009). Myth of the Anasazi: Archaeological Language, Collaborative Communities, and the Contested Past. Public archaeology: archaeological ethnographies, 8(2-3), 191-207.
Djokic, A. (27 de enero de 2015). Colorismo: o que é, como funciona. Blogueiras Negras. http://blogueirasnegras.org/colorismo-o-que-e-como-funciona/
Eltis, D. B. y Richardson, D. W. (2010). Atlas of the transatlantic slave trade. Yale University Press.
Ferreira, J. C. V. (2001). Mato Grosso e seus municípios. Secretaria de Estado da Educação.
Ferreira, L. M. (2009). Arqueologia da escravidão e arqueologia pública: algumas interfaces. Vestígios. Revista Latino-Americana de Arqueologia Histórica, 3(1), 7-23. https://doi.org/10.31239/vtg.v3i1.10710
Ferreira, R. A (2010). Institucionalização dos estudos africanos nos Estados Unidos: advento, consolidação e transformações. Revista Brasileira de História, 30(59), 73-90. https://doi.org/10.1590/S0102-01882010000100005
Gaeta, M. A. (1997). A cultura clerical e a folia popular. Revista Brasileira de História, 17(34), 183-202. https://doi.org/10.1590/S0102-01881997000200010
Gaspar, E. (2008). Cantigas de umbanda e de candomblé: pontos cantados e riscados de orixás, caboclos, pretos-velhos e outras entidades. Pallas.
Gilroy, P. O. (2001). Atlântico Negro. Editorial 34.
Gomes, N. L. (2012). Movimento Negro e educação: ressignificando e politizando a raça. Educação & Sociedade, 33, 727-744. https://www.scielo.br/j/es/a/wQQ8dbKRR3MNZDJKp5cfZ4M/?format=pdf&lang=pt
Guimarães, A. S. A. (2003). Como trabalhar com “raça” em sociologia. Educação & Pesquisa, 29, 93-107. https://www.scielo.br/j/ep/a/DYxSGJgkwVyFJ8jfT8wxWxC/?format=pdf&lang=pt
Hall, S. (1994). Cultural identity and diaspora. En P. W. Chrisman (Ed.), Colonial discourse & Postcolonial Theory: a reader. Harvester Wheatsheaf.
Hall, S. (2001). Da diáspora: identidades e mediações culturais. Editora Universidade Federal de Minas Gerais.
Hall, S. (2010). Sin garantías. Trayectorias y problemáticas en estudios culturales. Envión Editores.
Hartemann G. y Moraes, I. Pereira de. (1996). Contar histórias e caminhar com ancestrais: por perspectivas afrocentradas e decoloniais na Arqueologia. Vestígios. Revista Latino-Americana de Arqueologia Histórica, 12(2), 9-34. https://doi.org/10.31239/vtg.v12i2.12196
Hodder, I. (1996). Reading the past: current approaches to interpretation in Archaeology. Cambridge University Press.
Hodder, I. (2001). Archaeological Theory Today. Polity Press.
Howson, J. E. (1990). Social Relations and Material Culture: A Critique of the Archaeology of Plantation Slavery. Historical Archaeology, 24(4), 78-91.
Leite, I. B. (2000). Os quilombos no Brasil: questões conceituais e normativas. Etnografía. Revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 4(2), 333-354.
Lopes, N. (2004). Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. Selo Negro.
Leone, M. P., Laroche, C. J. y Babiarz, J. (2005). The Archaeology of Black Americans in Recent Times. Annual Review of Archaeology, 34, 578-598. https://doi.org/10.1146/annurev.anthro.34.081804.120417
Machado, C. E. D. y Loras, A. B. (2017). Gênios da humanidade: ciência, tecnologia, inovação africana e afrodescendente. Editora da Universidade Estadual de Londrina.
Munanga, K. (2012). Negritude e identidade negra ou afrodescendente: um racismo ao avesso? Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as, 4(8), 6- 14.
Orser, C. E. (1988). The Archaeology of the Diaspora. Annual Review of Anthropology, 27, 63-82.
Otto, J. (1994). Cannon's Point Plantation, 1794-1860: living conditions and status patterns in the Old South. Academic Press.
Pereira de Queiroz, M. I. (1968). O catolicismo rústico no Brasil. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, 5, 104-123.
Schiffer, M. B. (1972). Contexto Arqueológico y contexto sistémico. American Antiquity, 37(2), 156-165.
Schiffer, M. B. (1987). Formation Processes of the archaeological record. University of New Mexico.
Singleton T. A. (1995). The Archaeology of Slavery in North America. Annual Review of Anthropology, 24, 119-140.
Singleton T. A. (1999). An introduction to African-American archaeology. En Theresa Singleton (Ed.), “I, too, America'': Archaeological studies of African-American life (pp. 1-20). University Press of Virginia.
Singleton, S. y Souza, M. A. T. (2009). Archaeologies of the African Diaspora: Brazil, Cuba, and the United States. En T. Majewski e D. Gaimster (Orgs.), International Handbook of Historical Archaeology (pp. 449-69). Springer.
Symanski, L. C. P. (2007). O domínio da tática: práticas religiosas de origem africana nos engenhos de Chapada dos Guimarães (MT). Revista Latino-Americana de Arqueologia Histórica, 1(2), 9-36. https://doi.org/10.31239/vtg.v1i2.10728
Symanski, L. C. P. (2014). A arqueologia da diáspora africana nos Estados Unidos e no Brasil: problemáticas e modelos. Afro-Ásia, 49, 159-198.
Thomas, B. W. (1995). Source Criticism and the Interpretation of African-American Sites. Southeastern Archaeology, 14(2), 149-157.
Vilela, M., Carvalho, S. A., Araújo, B. D. y Araújo E. (2002). Festança de Vila Bela da Santíssima Trindade. GFK Comunicação.
Volpato, L. R. (1993). Cativos do sertão: vida cotidiana e escravidão em Cuiabá em 1850-1888. Marco Zero; Editora da Universidade Federal de Mato Grosso.
Volpato, L. R. (1996). Quilombos em Mato Grosso: resistência negra em área de fronteira. En J. J. Reis F. Gomes, F. y S. Dos (Orgs.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. Companhia das Letras.
Wheaton, T. y Garrow, P. H. (1985). Acculturation and archaeological record in Carolina lowcountry. En T. Singleton (Ed.), The Archaeology of Slavery and plantation life. Academic Press.
Downloads
Published
Issue
Section
License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Copyright Notice
In order to avoid plagiarism and self-plagiarism, a document signed by the authors must be sent, together with the manuscript and supplementary material, guaranteeing the originality and unpublished character of the manuscript. All the received manuscripts and evaluations information are confidential, and the Editorial Committee undertakes not to reveal it to anyone other than those involved in the evaluation process, according to the double-blind modality.














