Interpretação das estruturas arquitetônicas da senzala do sítio arqueológico Engenho Monjope
DOI:
https://doi.org/10.55695/rdahayl14.02.130Palavras-chave:
engenho de açúcar, senzala, arqueologia e arquitetura, engenho MonjopeResumo
A arqueologia dos engenhos de ac?u?car tem aumentado continuamente nos u?ltimos anos, acrescentando informac?o?es sobre os mais diversos temas, como me?todos construtivos, avanc?os tecnolo?gicos e de processamento, organizac?a?o social e econo?mica, escravida?o etc. Embora a organizac?a?o espacial dos engenhos seja geralmente conhecida – casa grande, capela, moenda e senzala – a persiste?ncia dessas propriedades rurais ao longo dos se?culos torna a interpretac?a?o do registro arqueolo?gico um desafio, particularmente saliente para as senzalas. Embora as casas grande, igrejas e moendas muitas vezes mantivessem func?o?es relacionadas em alguma medida com seus propo?sitos originais, as senzalas, frequentemente efe?meras na sua construc?a?o, eram reconfiguradas ou demolidas, especialmente em peri?odos recuados. esses processos po?s-deposicionais podem criar seque?ncias estratigra?ficas ta?o complexas quanto aquelas em contextos urbanos, criando dificuldades na associac?a?o de conjuntos de artefatos com evide?ncias estruturais. Neste artigo, apresentamos as estruturas visi?veis e arqueolo?gicas relacionadas a? senzala no si?tio arqueolo?gico Engenho Monjope, na tentativa de documentar e interpretar essas caracteri?sticas para orientar futuras escavac?o?es.
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