El ex-molino Denner: un caso de arqueología industrial en la ciudad de Esperanza (Provincia de Santa Fe)
DOI:
https://doi.org/10.55695/rdahayl12.03.165Palavras-chave:
colonia agrícola, molino harinero, modificaciones arquitectónicas, crecimiento urbanoResumo
O município de Esperanza de cidade de Santa Fe. Foi fundado em 1856 como um emprendimiento de iniciativa privada que teve o apoio do Governo Provinciano. O objetivo era povoar e fazer produza a Nação de Estado da mocidade terras “despovoadas.” Com este fim foram trazidas duzentas famílias de imigrantes europeus, de forma que eles se instalou concessões de terras definidas que eram de propriedade estatal. Depois do estabelecimento dos imigrantes você procedeu à realização das primeiras atividades de cultivo, o passo do tempo e o rendimento bom dos trabalhos agrícolas, permitiu os colonos para aumentar as atividades econômicas para satisfazer as próprias necessidades deles/delas, enquanto surgindo indústrias pequenas deste modo, como sendo o moinho de trigo que então cresceu. Este trabalho experimenta um moinho instalado na colônia de Esperanza dentro 1884. Ele/ela será levado fora uma viagem para a história deste moinho, interesse principal emprestador nas mudanças estruturais que sofreu a propriedade ao longo do tempo até chegar ao tempo presente. Hoje em dia o setor conservado do moinho é reutilizado como museu de arte e o nome com que a pessoa sabe a este vestígio da indústria esperancina farinhoso que ele/ela continua unindo muito pouco com respeito à função original do grupo estrutural.
Downloads
Referências
Bonuado, M. 2006. La organización productiva y política del territorio provincial (1853-1912). Nueva Historia de Santa Fe Tomo VI. Editorial Protohistoria. Rosario. Argentina
Cervera, M 1956. Boceto histórico del Dr. Manuel Cervera. Colonización Argentina. Fundación de Esperanza. 2ª Edición
Chiaramonte, J. C. 1986. Nacionalismo y liberalismo económicos en Argentina 1860-1880. Hyspamérica Ediciones Argentina, S.A. Buenos Aires.
Dorfman, A. 1986. Historia de la industria argentina. Hyspamérica Ediciones Argentina S.A. Buenos Aires.
García García, D. A y N. Rivas Badillo. 2007. “Usos turísticos del patrimonio industrial ferroviario en la ciudad de Puebla”. Disponible en internet: http://catarina.udlap.mx/u_dl_a/tales/documentos/ lhr/garcia_g_da/
Gori, G. 1969. Esperanza Madre de Colonias. Museo de la Colonización. Publicación Nº 1. Editorial Colmegna S.A. Santa Fe. Argentina.
Gori, G. 1972. La tierra ajena. Drama de la juventud agraria argentina. Ediciones LA BASTILLA. Buenos Aires. Argentina.
Grenón, P. 1939. La Ciudad de Esperanza (prov. de Santa Fe). Tomo I Córdoba. Argentina.
Hobsbawm, E. 2011. En torno a los orígenes de la revolución industrial. Siglo Veintiuno Editores S.A., Buenos Aires.
Hora, R. 2010. Historia económica de la Argentina en el siglo XIX. Siglo Veintiuno Editores, S.A. Buenos Aires. Argentina.
Lehmann, G. 2011. La Colonia Esperanza y el Ferrocarril del Rosario a Córdoba. Cámara de diputados de la provincia de Santa Fe. Palo Alto Impresión & Digitalización. Santa Fe, Argentina.
Martiren, J. L. 2012. Lógica de planeamiento y mercado inmobiliario en las colonias agrícolas de la provincia de Santa Fe. Los casos de Esperanza y San Carlos (1856-1875). Revista Quinto Sol 16 (1), 1-26.
Sanchíz, J. M. C. 2007. Arqueólogos en la fábrica. Breve recorrido por la historiografía de la arqueología industrial. SPAL: Revista de prehistoria y arqueología de la Universidad de Sevilla (16), pp. 53-68.
Scalabrini Ortiz, R. 1957. Historia de los ferrocarriles argentinos. Editorial Devenir. Buenos Aires.
Trachana, A. 2008. Arqueología Industrial y restauración ambiental. Ed. Nobuko. Buenos Aires.
Vergara, O. G. 2011. Conociendo el pasado industrial. Perspectivas desde la arqueología. Acceso: file:///C:/Users/Usuario/Downloads/Dialnet-ConociendoElPasadoIndust rialPerspectivasDesdeLaArq-3681981.pdf
Zingerling, H. 1987. La Industria Molinera en la Colonia de Esperanza. Ed. La Unión. Santa Fe. Argentina.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Aviso de direitos autorais
Para evitar plágio e autoplágio, deve ser enviado documento assinado pelos autores, juntamente com o manuscrito e material complementar, garantindo a originalidade e o caráter inédito do manuscrito. Todas as informações de manuscritos e avaliações recebidas são confidenciais, e o Comitê Editorial se compromete a não revelá-las a ninguém além dos envolvidos no processo de avaliação, na modalidade duplo-cego.














